Não sou comentarista que procura motivo para explicar resultado de uma partida. Considero futebol um esporte tão complexo que nem sempre podemos encontrar uma razão plausível para justificar tal placar. O ‘fascínio da bola’ mora no inexplicável!
Mas especialmente na semifinal, entre Coritiba e Ceará, o porquê, de o Ceará não ter vencido foi tão evidente, fácil de se enxergar, que era senso comum. Foi eliminado, porque não atacou, ou melhor, contra-atacou!
Eu até tinha cogitado a alternativa de o Ceará começar o jogo com três volantes e liberar – com a necessária cautela – os laterais. No papel, seria um time EQUILIBRADO, que se defenderia e atacaria com a mesma eficácia! 50% do plano foi bem executado. Faltou contra-atacar! A saída em velocidade não foi viável, porque o jogador mais ágil – Osvaldo – estava no banco.
A produção de Iarley e Nicácio foi nula! E também há uma razão para a afirmação. Não havia ligação entre a dupla e o restante do time. Em nenhum momento, o Ceará soube valorizar o que existe de mais precioso e disputado no futebol, a bola! Esperava-se por uma ‘ajuda’ do destino, que não veio!
O Ceará preferiu a casualidade, a pior estratégia!
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